Crianças x maus tratos (abuso)

 

É tanta notícia referente à maus tratos contra crianças. E há tanta indignação (com razão), comoção...

Mas porque o assunto não é tratado de forma mais profunda e educativa?

Alguém já ouviu falar sobre "O processo do apego" ?  Estudo psicológico que explica a importância de um bom relacionamento entre criança e a figura de apego (mãe, pai ou pessoa responsável pela criança, assim como educadores) na fase de 0 até 3 anos de idade.  É uma teoria comprovada e que deveria ser divulgada às todas as futuras mamães e consequentemente à seus familiares juntamente com todas informações básicas sobre a gravidez.

A grande maioria dos agressores que vemos nos noticiários são pessoas que na infância também sofreram agressão/abuso.  Não que isso justifique o ato, mas acho que o assunto é muito sério e de grande importância.

Logo mais volto à falar disso mais detalhadamente. Mas fica a dica para quem se interessar sobre educação infantil e o que podemos fazer para evitar que nossos filhos não se tornem futuros agressores.

 

Efeito Cynthia Howlett

 

Bem que deveriam inventar uma pílula mágica com "efeito Cynthia Howllet" para todas as novas mamães, não é mesmo?

Oh inveja!! :p

 

Globo decepciona

 

A gente assiste um DVD-Documentário dos melhores anos de FANTÁSTICO e se delicia com as interessantíssimas reportagens. Vem até uma sensação de nostalgia lembrar do quando "celebrity" eram as Garotas do Fantástico e das matérias sempre sérias e informativas. Daí a gente abre o Globo Media Center, se acomoda deliciosamente no sofá, num dia nublado e frio, clica lá nos "vídeos" e escolhe a programação integral dos últimos domingos de Fantástico. Matéria de abertura : "Diretamente de Buenos Aires: será que Siri, a caipirinha de flor na cabeça que o BBB revelou, conseguiu conquistar os participantes do "Gran Hermano" ??

AH! ME POUPEM, HEIM??!!!

Vou alí na locadora alugar um filme e já volto...

Blog cheio de erros de português e concordância...
E esses dias enviei um email onde escrevi várias vezes a palavra "descansar" com "ç". Depois que recebi resposta e reli o meu email, quase caí de costas. Tenho horror a esse tipo de erro absurdo. No Orkut tá cheio de gente que escreve assim.

Ainda bem que tenho como desculpa morar fora do Brasil e estudar outra língua. A gente acaba confundindo mesmo.

NO MERCY

 

Eu não tenho nem um pingo de compaixão de um desgraçado desses. Não dá nem para chamá-lo de filho da puta porque morro de dó da mãe que colocou essa coisa no mundo.
Na verdade, se eu visse esse cara na minha frente, teria vontade de esfolá-lo vivo.
E a culpa é da bebiba??? Dá uma nota de 500 reais e pede para ele rasgar. Dúvido que faça!

Parabéns à polícia de Joinville, pela dedicação e determinação em resolver o caso. Isso deveria servir de exemplo no país inteiro, porque um crime desses não tem perdão.

Parabéns ao Delegado da Divisão de Homicídios, Rodrigo Bueno Gusso. Se foi por orgulho, se foi por honra ou se foi simplismente para cumprir o seu dever, esse senhor deveria ser premiado por não ter falhado e nem desistido da busca ao culpado. Parabéns por nos trazer uma pontinha de esperança de quem nem tudo está perdido, em algum lugar ainda existem pessoas (Policiais) honestas e ainda preocupadas com a segurança da população. Parabéns!

Gabrielli Cristina Eichholz, que Deus te abençoe e traga força e luz no coração de seus pais!

Eu não entendo e fico indignada...

 

COMO é que uma mãe CONSEGUE ter o sangue frio de manter a gravidez até o final e depois, pegar o seu recém-nascido e jogar num rio, enfiar num saco de lixo e deixar em algum terreno baldio?

COMO é que uma mãe CONSEGUE matar seus filhos e depois dizer que foi um ato de desespero?

COMO é que uma mãe CONSEGUE colocar uma filha para trabalhar na prostituição e dizer que isso é fatalidade do destino?

COMO é que uma mãe CONSEGUE se quer pensar em fazer algo de ruim para um ser tão indefeso e tão especial?

E eu aqui chorando e morrendo de dor no coração só porque deixei o meu bebê na Babá e pela 1° vez ele ficou em prantos. Que dor e que desespero!

Eu realmente não entendo.

Porque Cangurú Alienígena?

 

Assista ao vídeo e dê sua opinião.

 

Obs.: Eu não sou a protagonista.

"A FELICIDADE ESTÁ NAS PEQUENAS COISAS"

 

Começando esse post com um clichezão só para dizer que eu estou a pessoa mais babona do mundo só porque está nascendo o primeiro dentinho do Mateo.
Nunca pensei que uma coisa tão simples e tão boba pudesse me fazer sentir em estado de êxtase. Passei o dia inteiro sorrindo sozinha cada vez me que lembrava do sorriso de Gargamel.

Antes de ter filho se alguém me dissesse algo do tipo eu pensaria "ai, que retardada!". Vida irônica :p

 

 
"Antes de ser mãe"

 

ANTES DE SER MÃE!

Antes de ser mãe, eu fazia e comia refeições quentes.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe,
Eu dormia tão tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com que
horas eu iria para a cama.
Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.
Antes de ser mãe,
Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.
Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...
Antes de ser mãe,
Ninguém nunca tinha vomitado ou cuspido em mim.
Eu nunca tinha sido mordida nem beliscada por dedos minúsculos.
Ninguém nunca tinha me "molhado".
Antes de ser mãe,
Eu tinha controle da minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo e
do meu tempo.
Eu dormia a noite toda.
Antes de ser mãe,
Eu nunca tinha segurado uma criança chorando para que pudessem fazer
exames ou aplicar vacinas.

Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e
saciar um bebê faminto.
Eu nunca tinha olhado em olhos marejados e chorado.
Eu nunca tinha ficado tão gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.
Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.
Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.
Eu nunca tinha sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedaços
porque eu não pude parar uma dor.
Eu nunca imaginei que algo tão pequeno pudesse afetar tanto minha vida.
Eu nunca soube que eu amaria ser mãe.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu corpo.
Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia o calor,
A alegria,
O amor,
A preocupação,
A plenitude,
Ou a satisfação de ser mãe.
Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade.
Antes de ser MÃE...

(Autora desconhecida)

TOTALMENTE SEM DISPOSIçÃO

 

Se há alguém que ainda visita essa página, peço desculpas pela ausência.

Quanto mais cresce, Mateo fica mais esperto e exige mais atenção. Fora ele, tenho a casa para cuidar e outras coisas mais. E essas são as minhas prioridades no momento.

Esse blog vai ficar abandonado, talvez eu venha de vez enquando por aqui, talvez não....

A verdade é que eu preciso descobrir a melhor forma de me organizar e fazer tudo o que eu pretendo quando começo o dia (rs).

Até breve, talvez ;)

Bianca

 

 

Bianca : " _ Grá, hoje eu aprendi a falar inglês."

Grazi  :  " _ É mesmo ?! E o que você aprendeu? "

Bianca : " _ Blue. "

Grazi  :  " _ E o que isso quer dizer? "

Bianca : " _ Cor - de - rosa. "

Grazi  :  " _ Não é Bi, é azul. "

Bianca : " _ Ai você não sabe de nada, tá falando tudo errado!"

 

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Bianca : " _ Grá, você lembra da Ciça? "

Grazi   : " _ Eu lembro, ela é minha irmã. E você? "

Bianca : " _ Eu também lembro. "

Roberto Shinyashiki

 

O repórter Camilo Vannuchi perguntou a ele:  - Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus? Shinyashiki
responde:


"- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da
Sociedade. A primeira é:  
Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse
significados individuais.


A segunda loucura é: -Você tem de estar feliz todos os dias.


A terceira é: -Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.


Por fim, a quarta loucura: -Você tem de fazer as coisas do jeito certo.

Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a
felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega o médico pela camisa e diz: "Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".  - Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. 
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou
perdido várias oportunidades para aproveitar a vida. 


"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional."

Grá

 

Ontem foi aniversário de uma pessoa que me conhece a vida inteira e melhor do que ninguém.
Ela é a responsável pelo meu apelido de família que poucos conhecem e quando éramos pequenas ela não exitava em bater nas amiguinhas que ousavam me chamar por esse apelido: "_ Só eu posso chama-la de Ciça!"

Durante anos em nossa vida nós damos títulos as nossas amizades. A melhor amiga, a colega, a conselheira. E conforme vamos crescendo, a melhor amiga muda de rosto, endereço, nome...e assim vai. Mas depois, quando chegamos a fase adulta e alcançamos uma certa maturidade, aquela pela qual adotamos novos conceitos e visões diferentes da vida, ao olhar para trás percebemos que todas aquelas definições eram realmente coisa de "criança". Existem sim grandes amigos (as) que apesar da distância nunca irão sair da nossa vida ou das nossas lembranças, mas MELHOR AMIGA (O) mesmo é aquela que te conhece a vida inteira, sabe de tudo de melhor e de pior da sua personalidade e que te amará independente do momento em que estiverem vivendo - se de paz ou se de "guerra" e discussões. Isso tudo porque a ligação é mais do que intensa e forte, é uma ligação de sangue.

A minha mana querida, que mesmo de personalidade tão diferente da minha esteve sempre ao meu lado, direta ou indiretamente, mais do que um simples "Feliz Aniversário"  eu quero dizer "OBRIGADO POR TUDO! TE AMO!". Que Deus continue te abençoando!

O PARTO - 3° (e última) PARTE

 

“_ Debora, nós vamos começar a exercitar a expulsão. Quando vir uma contração, você respira fundo e empurra com toda a sua força, ok?”

A parteira segurava uma das minhas pernas de um lado, o marido segurava do outro e a cada contração eu respirava fundo e : “_ Duwen, duwen, duwen!!”. (Super engraçado a palavra em outra lìngua). E assim ficamos durante 1 hora. Eu empurrava, a cabeça do Mateo aparecia um pouquinho e quando eu respirava para fazer uma nova tentativa, ele voltava para dentro. Depois de 1 hora desse trabalhão todo, os batimentos cardiacos dele começaram a diminuir e aí o quadro começou a ficar preocupante. Deitar do lado esquerdo ajuda o bebê ter mais oxigenação, mesmo assim a parteira não arriscou mais e mandou chamar imediatamente a minha ginecologista. E só nesse momento é que me transferiram para a sala de parto.

A médica chegou, fizemos mais três tentativas sem sucesso e ela disse que a dificuldade se dava porque o bebê estava “olhando para as estrelas” quando a posição normal para o nascer é olhar para baixo. Ela então o virou com um aparelho e disse que ele tinha espaço suficiente para sair, mas continuava voltando para dentro, até que ela fez o corte (episiotomia) e usou o TERROR DE TODA MÃE, a VENTOSA.
Nesse momento eu sentia uma pressão fortíssima dentro de mim. Detestei essa sensação. E quando veio a próxima contração, fiz pela última vez uma força tremenda e com a ajuda da ventosa saiu o “meu pequeninho“. Dei um grito de alívio.

A primeira coisa que pensei, quando o vi foi : “_ Nossa, que nenêm comprido!” - já o maridon solta a frase : “_ Nossa amorzinho, olha como ele é roxo, parece um Etezinho, tadinho! .”

Mateo nasceu com o cordão umbilical enrolado no pescoço. A tensão era grande e ao invés de ele vir para os meus braços levaram ele direto para a salinha ao lado, tiraram a sujeira do nariz dele e poucos segundos depois eu ouço um chorinho bem fraco.
Eu não tive muita reação. O cansaço e todo o esforço feito me deixaram fraca demais e quando Mateo nasceu, eu entrei num transe, parecia que o mundo havia parado. Eu não ouvia e não sentia nada. Fiquei assim por alguns segundos, enquanto o marido chorava com ele nos braços, emocionado. Depois ele me trouxe "o pequeno" e ficamos assim, alguns minutos, se olhando, se conhecendo…aí sim veio a emoção.Ele com aqueles olhos grandes e expressivos, me fitando quietinho, como quem querendo adivinhar o que estava acontecendo, e eu o fitava e dizia baixinho : “Oi meu bebê! Prazer, eu sou sua mãe!”

 

É maravilhoso e estranho ao mesmo tempo. Imaginar que aquela coisinha estava dentro de mim e que à partir de agora dependerá 100% de como eu irei tratá-lo para se tornar uma pessoa forte e saudável. Místico tentar imaginar quem será ele, como será a sua personalidade, os seus medos e sonhos.

Por fim, o levaram para medir, pesar, limpar (mas aqua eles não dão banho no primeiro dia) e eu fui levada ao quarto. Só depois de me darem banho é que trouxeram Mateo para sua primeira mamada. E que momento mágico! Único, posso dizer.

Todos os clichês que as mães usam para expressar essa experiência são fato, mas não adianta nós contarmos tudo isso para vocês. É preciso viver para saber e entender J

O PARTO - 2° PARTE

 Maridon foi esperto e além do Laptop da sogra, ele levou também 3 filmes em DVD para ficar assistindo durante o dia, enquando eu, deitada na cama ficava treinando a respiração (inspira! e 51, 52, 53.… espira! 51, 52, 53...) a cada contração que vinha. E as “benditas-malditas” não evoluiam. Ás vezes eu podia levantar, andar pelo quarto, sentar na bola de exercícios e outras vezes eu era obrigada ficar deitada com o aparelho de monitoramento.

Às 8:00 a parteira resolveu chamar a minha ginecologista e elas estouraram a minha bolsa. Hans ficou assustado com o tamanho da vareta que elas enfiaram dentro de mim (rs), mas eu não senti nada de diferente. À partir desse momento eu não podia mais levantar e ficar andando, caso contrário eu inundaria o quarto. Nunca imaginei que o tanto de água que sai fosse tão abundante.

Às 10:00 a dilatação só havia aumentado 2 centímetros, ou seja, eu estava com 4 centímetros de abertura. Me colocaram um soro estimulante de contrações mais um soro comum (já que não me era permitido comer nada). Visualmente não era legal, porque eu já não parecia mais uma grávida e sim uma doente, cheia de tubos na veia.

As contrações aumentaram para cada 2 minutos e aí o bicho pegou. Eram fortes, bem doloridas e não tinha nada que eu fizesse que aliasse. Marido tentou fazer massagem nas costas, mas a dor da barriga contraida*** continuava. A parteira vinha me perguntar se eu queria a Epidural mas sempre na hora do intervalo da contração, quando eu achava que poderia aguentar um pouco mais. Ela ia embora, vinha outra contração e eu “_ Aaaaaaaaaaiii, quero sim! Chama a parteira!”. Ela voltava e eu aliviada, de novo achava que podia aguentar e dizia que ia esperar mais. Foi assim até às 13:30 hrs quando eu desisti dessa tortura (16 horas depois da 1° contração!) e pedi a anestesia.

A anestesista, uma mulher arrogante mas super-hiper profissional (também, a grana que ela deve ganhar…500 euros por aplicação!) veio e foi super rápida. Não senti absolutamente nada e fiquei supresa, pois achava que era somente uma injeção, mas não. Ela coloca um caninho bem fininho nas costas e ele fica ligado a um daqueles saquinhos de soro que na verdade é a anestesia. Pode-se controlar a dosagem e a gente fica sedada o tempo inteiro, ou seja, o efeito é constante até que acabe o parto.

Eu sentia as contrações mas não a dor. Fiquei mole, mais relaxada e da cintura para baixo estava dormente. Aumentaram a dose do soro-estimulante, as contrações diminuiram para um intervalo de 1 minuto cada e a dilação foi aumentando mais rápido também. Ainda assim, somente às 17:00 hrs é que eu alcancei os tão desejados 10 centímetros de abertura. Nessa hora eu já estava super esgotada, morta de fome e sede. Tive medo de não conseguir empurrar. Mas lá estava a 2° parteira me ajudando para mais uma etapa.

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